Comarca de Bocaiúva

Área de identidad

Tipo de entidad

Entidad colectiva

Forma autorizada del nombre

Comarca de Bocaiúva

Forma(s) paralela(s) de nombre

    Forma(s) normalizada del nombre, de acuerdo a otras reglas

      Otra(s) forma(s) de nombre

        Identificadores para instituciones

        0073

        Área de descripción

        Fechas de existencia

        17/05/1892

        Historia

        Lugares

        Estatuto jurídico

        Funciones, ocupaciones y actividades

        Mandatos/fuentes de autoridad

        Estructura/genealogía interna

        Contexto general

        A ocupação da atual região de Bocaiúva por colonizadores iniciou-se nos anos de 1710 e 1720 a partir de pequenas fazendas e assentamentos de sujeitos que visavam a expansão dos negócios, principalmente em decorrência da qualidade da terra que ali encontraram. O mito de criação da cidade tem relação com o aparecimento da imagem do Senhor do Bonfim que foi entendido pelos habitantes locais como uma manifestação de cunho sobrenatural e religioso. O acalorado culto ao santo resultou na construção de uma igreja nas terras doadas por D. Antônia Leite e seu marido, Faustino Pereira Leite, simbolizando o marco de fundação do Curato de Macaúbas devido à proximidade ao rio de mesmo nome. Nesse contexto, o arraial estava sob jurisdição da Comarca do Serro Frio (FERREIRA, 1958).

        Em 1832, o Curato de Macaúbas foi atrelado ao de Formigas e logo em seguida foi criada a Freguesia do Senhor do Bonfim. Em 1846, a paróquia do Senhor do Bonfim foi suprimida e incorporada à Matriz de Nossa Senhora, situação que foi revertida em 1850. No ano de 1873, foi determinada a elevação à vila e o município recebeu o nome de Jequitaí com sede no Arraial do Senhor do Bonfim (MARTINS & SOARES, 2016). Estabeleceu-se que seria composto pelas freguesias de Senhor do Bonfim e Olhos D’água, do Distrito de São João Batista da Terra Branca, da Freguesia de Nossa Senhora do Bom Sucesso e Almas da Barra do Rio das Velhas. No mesmo período foi definido que o Município de Jequitaí pertenceria à Comarca do Jequitaí e em 1881, foi elevado à categoria de Vila do Jequitaí (MARTINS & SOARES, 2016).

        Em 1890 foi estabelecida a denominação de Vila Nova do Jequitaí e no mesmo ano foi alterada para Bocaiúva, em homenagem ao republicano e então ministro de relações exteriores do governo da época, Quintino Bocaiúva. No ano seguinte foi criada a Comarca de Bocaiúva, composta pelo termo homônimo. Entretanto, ocorreu a sua supressão (1903) e o município de Bocaiúva passou a integrar a Comarca de Montes Claros (FERREIRA, 1958).

        A restauração da Comarca aconteceu em 1915, no ano seguinte, o Termo de Bocaiúva passou a pertencer novamente à Comarca de Bocaiúva. Em 1926, a Comarca foi instalada e passou por algumas mudanças até se estabelecer como classificação de segunda entrância. A partir de 1970 era composta pelos municípios de: Bocaiúva, Claro dos Poções, Engenheiro Navarro e Francisco Dumont. Tal situação manteve-se até 1995, quando foram acrescentados os municípios de Guaraciama e Olhos D’água, de tal modo, a sua composição mantém-se até os dias atuais (MARTINS & SOARES, 2016).

        Área de relaciones

        Área de puntos de acceso

        Puntos de acceso por materia

        Puntos de acceso por lugar

        Profesiones

        Área de control

        Identificador de registro de autoridad

        BR MGTJMG 0073

        Identificador de la institución

        Tribunal de Justiça de Minas Gerais - TJMG

        Reglas y/o convenciones usadas

        Estado de elaboración

        Nivel de detalle

        Básico

        Fechas de creación, revisión o eliminación

        Idioma(s)

          Escritura(s)

            Fuentes

            FERREIRA, Jurandyr Pires. Brazópolis - Enciclopédia dos Municípios Brasileiros XXIV Volume. Rio de Janeiro. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, 1958, p.202-205

            MARTINS, Lúcio Urbano Silva; SOARES, Rosane Vianna. Comarcas de Minas. Imprensa Oficial de Minas Gerais, 2016.

            Notas de mantención