Área de identidad
Tipo de entidad
Forma autorizada del nombre
Forma(s) paralela(s) de nombre
Forma(s) normalizada del nombre, de acuerdo a otras reglas
Otra(s) forma(s) de nombre
Identificadores para instituciones
Área de descripción
Fechas de existencia
Historia
A comarca de Alvinópolis foi criada em 1891 pela lei provincial n° 11 de 13 de novembro de 1891, sendo sediada pela Vila de Alvinópolis, antiga freguesia de Nossa Senhora do Rosário de Paulo Moreira, e, atualmente, abrangendo os municípios de Alvinópolis, Dom Silvério e Sem Peixe.
Lugares
Estatuto jurídico
Funciones, ocupaciones y actividades
Mandatos/fuentes de autoridad
Estructura/genealogía interna
Contexto general
O povoamento de Alvinópolis iniciou-se a partir da descoberta de ouro no rio Gualaxo do Norte pelo sertanista Paulo Moreira da Silva, no começo do século XVIII. A possibilidade de encontrar riquezas minerais na região impulsionou a busca por terras férteis e por consequência o estabelecimento de assentamentos novas famílias colonizadoras. Nesse contexto, foi criado o Arraial de Paulo Moreira, cuja economia se baseava em práticas agrícolas para o abastecimento da região mineradora da Bacia do Rio Doce. Desde a sua fundação, o arraial esteve subordinado em suas múltiplas esferas de jurisdição (religiosa, administrativa e judicial) à Comarca de Vila Rica. A pedido do fundador do arraial foi erguida, em 1745, a capela de Nossa Senhora do Rosário.
No século XIX, foi elevada à paróquia no mesmo momento em que o arraial tornou-se Freguesia de Nossa Senhora do Rosário de Paulo Moreira, em 1832. Apesar de ter ganhando força no âmbito administrativo, permanecia subordinada à Comarca de Ouro Preto e pouco tempo depois, em 1841, ganhou a condição de distrito (FERREIRA, 1958).
No final do século XIX, Paulo Moreira passou pelo processo de desenvolvimento administrativo e econômico devido a instalação da indústria têxtil. De modo que no começo do regime republicano, com o crescimento da freguesia e de sua importância para a região, foi elevada à categoria de vila em 1891. Concomitantemente, o nome da vila foi alterado para Alvinópolis - fato recorrente após a instauração da República (1889), quando os nomes de santos e personalidades cristãs foram suprimidos - em homenagem a Cesário Alvim, ex-governador de Minas Gerais.
Em 1891, a Comarca de Alvinópolis foi criada com sede na vila de mesmo nome, sendo elevada à categoria de cidade no ano seguinte. Tal situação exemplifica o fortalecimento da justiça durante a Primeira República. No começo do século XX, a Comarca passou por consideráveis mudanças; foi suprimida em 1903 e integrada à de Santa Bárbara até 1915, quando foi restabelecida. Dez anos depois foi transferida para a Comarca de Ponte Nova até ser novamente instalada em 1928 (MARTINS & SOARES, 2016).
Em 1948, ocorreu uma divisão administrativa e judiciária do Estado, bem como a extinção dos termos. Nesse período, a Comarca de Alvinópolis exercia jurisdição sob os municípios de Alvinópolis e Dom Silvério. A partir de 1953, este último município deixou a Comarca, tal situação foi alterada em 1970, quando foi novamente anexado. Em 1995, o município de Sem Peixe foi incluído em sua alçada e desde então não houveram mudanças (MARTINS & SOARES, 2016).
Para maiores informações, consultar referências bibliográficas.
Área de relaciones
Área de puntos de acceso
Puntos de acceso por materia
Puntos de acceso por lugar
Profesiones
Área de control
Identificador de registro de autoridad
Identificador de la institución
Reglas y/o convenciones usadas
Estado de elaboración
Nivel de detalle
Fechas de creación, revisión o eliminación
Idioma(s)
Escritura(s)
Fuentes
ALMANAK LAEMMERT. Alvinópolis. Municípios do Estado de Minas Gerais. Rio de Janeiro: Typographia Almanak Laemmert, 1931. p. 231. http://memoria.bn.br/DocReader/313394/111451
FERREIRA, Jurandyr Pires. Alvinópolis. In: Enciclopédia dos Municípios Brasileiros XXIV Volume. Rio de Janeiro. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, 1958. p.71-74
MARTINS, Lúcio Urbano Silva; SOARES, Rosane Vianna. Comarcas de Minas. Imprensa Oficial de Minas Gerais, 2016. p. 162-164.