Área de identificação
Tipo de entidade
Forma autorizada do nome
Forma(s) paralela(s) de nome
Formas normalizadas do nome de acordo com outras regras
Outra(s) forma(s) de nome
identificadores para entidades coletivas
Área de descrição
Datas de existência
Histórico
Criada pela Lei nº 2.480, de 09/11/1878 como Comarca do Bom Jardim, composta pelos termos de Turvo e Bom Jardim, renomeado para Comarca do Turvo pela Lei nº 11, 13/11/1891, acabou suprimida pela Lei nº 375, de 19/09/1903, com o termo de Turvo sendo transferido para a Comarca de Aiuruoca e restaurado pela Lei nº 663, de 18/09/1915.
A comarca novamente passou por uma mudança de denominação pela Lei nº 1.160, 19/09/1930, passando a denominar Andrelândia, assim como o município de Turvo.
Locais
Estado Legal
Funções, ocupações e atividades
Mandatos/fontes de autoridade
Estruturas internas/genealogia
Contexto geral
A origem da atual Andrelândia remonta ao período colonial. Um dos marcos de fundação foi a solicitação de André da Silveira e Manoel Caetano da Costa ao bispo de Mariana, Dom Frei Manoel da Cruz, em 1749, para a construção da capela de Nossa Senhora do Porto Turvo na região de Turvo Grande e Pequeno, alçada da Freguesia de Aiuruoca. Neste momento, o arraial estava sob a jurisdição (administrativa, religiosa e judicial) da Comarca do Rio das Mortes.
A capela foi elevada à Freguesia de Nossa Senhora do Porto Turvo em 1832, após três anos foi incorporada à recém-criada Vila de Aiuruoca (FERREIRA, 1958).
Em 1864, a sede da Vila de Senhor dos Passos do Rio Preto foi transferida para o Distrito de Nossa Senhora do Porto Turvo, mudando de denominação para Vila Bela do Turvo e incorporada à Comarca do Paraibuna. Ainda na mesma década, em 1868, a vila foi elevada à condição de cidade e denominada de Turvo. No entanto, dois anos depois, o município foi suprimido e teve sua sede transferida para a Vila do Senhor dos Passos do Rio Preto e logo foi criado o Município de Porto Turvo, incorporado à Comarca de Baependi (FERREIRA, 1958).
Em 1873, o município esteve sob jurisdição da Comarca de Barbacena, contudo, três anos depois foi transferido para a Comarca de Rio Preto. Na mesma década foi criada a Comarca do Bom Jardim, composta pelos termos de Turvo e Aiuruoca. No período republicano, em 1891, a Comarca do Bom Jardim foi renomeada para Comarca do Turvo e declarada como de primeira entrância. Entretanto, foi suprimida em 1903 quando o Termo do Turvo passou a fazer parte da Comarca de Aiuruoca - restaurada e declarada como de primeira entrância em 1915 (FERREIRA, 1958).
A partir de 1930 fixou-se a denominação de Andrelândia em homenagem ao fundador do arraial, André da Silveira, como parte do movimento republicano de secularização do Estado e como forma de condecorar os primeiros colonizadores. Em 1948, a jurisdição da Comarca de Andrelândia abarcava os municípios de: Andrelândia, Bom Jardim de Minas, Carrancas e Francisco Sales. Em 1953 foram incorporados também os de São Vicente de Minas (ex-Francisco Sales), Madre de Deus de Minas (ex-Cianita), Minduri e Piedade do Rio Grande (ex-Arantes).
A jurisdição da Comarca de Andrelândia foi ampliada com a inclusão do município de Arantina, em 1970. Em contrapartida, o município de Piedade do Rio Grande foi transferido para a Comarca de Barbacena e o de Minduri para a Comarca de Cruzília. Desde 2008, a Comarca de Andrelândia foi classificada como de primeira entrância, constituída pelos municípios de Andrelândia, Arantina, Bom Jardim de Minas, Carrancas, Madre de Deus de Minas e São Vicente de Minas (MARTINS & SOARES, 2016).
Para maiores informações, consultar referências bibliográficas.
Área de relacionamentos
Área de pontos de acesso
Pontos de acesso de assunto
Pontos de acesso local
Ocupações
Área de controle
Identificador de autoridade arquivística de documentos
Identificador da entidade custodiadora
Regras ou convenções utilizadas
Estado atual
Nível de detalhamento
Datas de criação, revisão e eliminação
Idioma(s)
Sistema(s) de escrita(s)
Fontes
FERREIRA, Jurandyr Pires. Andrelândia - Enciclopédia dos Municípios Brasileiros XXIV Volume. Rio de Janeiro. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, 1958
MARTINS, Lúcio Urbano Silva; SOARES, Rosane Vianna. Comarcas de Minas. Imprensa Oficial de Minas Gerais, 2016.