Comarca de Bonfim

Área de identidad

Tipo de entidad

Entidad colectiva

Forma autorizada del nombre

Comarca de Bonfim

Forma(s) paralela(s) de nombre

    Forma(s) normalizada del nombre, de acuerdo a otras reglas

      Otra(s) forma(s) de nombre

        Identificadores para instituciones

        0081

        Área de descripción

        Fechas de existencia

        20/03/1892

        Historia

        A Comarca de Bonfim foi criada em 1891 a partir da lei provincial n° 11, de 13 de novembro. Entretanto, compreende-se que sua atuação judicial se iniciou por volta de 1839, quando a Vila do Bonfim pertencia à Comarca de Ouro Preto.

        Lugares

        Estatuto jurídico

        Funciones, ocupaciones y actividades

        Mandatos/fuentes de autoridad

        Estructura/genealogía interna

        Contexto general

        Anteriormente à colonização portuguesa, o território de Bonfim foi ocupado pelos indígenas denominados cataguases. No final do século XVII, a região começou a ser colonizada por integrantes da bandeira de Fernão Dias, que saíram de São Paulo com o intuito de aprisionar indígenas para a escravização, bem como impulsionados pela busca de riquezas minerais. Alguns integrantes da expedição optaram pelo estabelecimento na região a fim cultivar alimentos e criar animais para alimentar o comércio interno, especialmente para o abastecimento das regiões mineradoras que viviam o auge da exploração aurífera (FERREIRA, 1958).

        O clima temperado, as nascentes de água e a fertilidade do solo foram fatores importantes para que agricultores se estabelecessem na região do Alto do Paraopeba. Entre eles estavam Manoel Teixeira Sobreira e Manoel Machado que receberam sesmarias na região de Bonfim, onde futuramente foi desenvolvido o povoado denominado como Arraial da Rocinha. Em 1750, Sobreira tornou-se um dos homens mais abastados da Capitania de Minas Gerais e foi responsável pela importação de uma imagem do padroeiro de Setúbal, em Portugal, para a recém erguida a capela consagrada à Nosso Senhor Bom Jesus do Bonfim. Por esse motivo, o Arraial da Rocinha foi renomeado para Bonfim, subordinado à Comarca de Vila Rica - posteriormente, Ouro Preto - (FERREIRA, 1958).

        No período imperial, o arraial passou por grande desenvolvimento econômico e administrativo. Em 1836, Bonfim foi considerado o terceiro povoado mais populoso do Distrito de Congonhas do Campo, fato que contribuiu para a elevação à condição de vila e município em 1839. No ano de 1860, a Vila do Bonfim passou a ser denominada de Cidade do Bonfim do Paraopeba e transitou entre comarcas diferentes, como a do Pará (1850), Indaiá (1855), Paraopeba (1870), Ouro Preto (1871), Queluz (1872), Pará (1875), Entre Rios (1878), até que em 1891 foi criada a Comarca de Bonfim (MARTINS e SOARES, 2016).

        A dificuldade da consolidação jurídica se manteve até final do século XIX e apenas durante o período republicano foi criada a Comarca de Bonfim, constituída apenas pelo município homônimo. Entretanto, em 1903, a Comarca foi suprimida e o município foi integrado a de Entre Rios. A Comarca do Bonfim foi restabelecida em 1915, abrangendo apenas o Termo de Bonfim (MARTINS e SOARES, 2016).

        Em 1948, a Comarca de Bonfim passou a ser composta pelos municípios de Bonfim, Belo Vale, Brumadinho, Crucilândia e Itaguara. A situação foi alterada em 1953, quando permaneceram apenas os municípios de Bonfim e Crucilândia. Em 1970, o município de Piedade dos Gerais foi incorporado e, em 1995, o de Rio Manso. Desde então, a jurisdição da Comarca de Bonfim permanece inalterada (MARTINS e SOARES, 2016).

        Para maiores informações, consultar referências bibliográficas.

        Área de relaciones

        Área de puntos de acceso

        Puntos de acceso por materia

        Puntos de acceso por lugar

        Profesiones

        Área de control

        Identificador de registro de autoridad

        BR MGTJMG 0081

        Identificador de la institución

        Tribunal de Justiça de Minas Gerais - TJMG

        Reglas y/o convenciones usadas

        Estado de elaboración

        Nivel de detalle

        Básico

        Fechas de creación, revisión o eliminación

        Idioma(s)

          Escritura(s)

            Fuentes

            MARTINS, Lúcio Urbano Silva; SOARES, Rosane Vianna. Comarcas de Minas. Imprensa Oficial de Minas Gerais, 2016.

            Notas de mantención