Processo de Ação de Liberdade ocorrido na cidade e Termo de Cataguases.
São partes do processo: Isabel, libertanda; Antonio Flavio da Silva, réu.
Em petição inicial consta que Isabel, escrava do senhor Antonio Flavio da Silva, alega que não possui matrícula como escrava Desta maneira, a libertanda requer a nomeação de um curador e requer que seja depositado para que possa dar continuidade a ação de liberdade e defender os seus direitos.
É depositada Isabel, na data de 03 de setembro de 1887, como consta em termo de depósito de escravo, sendo entregue a Fortunato Gomes da Silva, o qual obriga-se a guardar a escrava em seu poder sob as penas da lei.
O processo encerra-se sem dar sequência à liberdade.
Atuaram no processo: Antonio Delfin Silva, Antonio Januario de Miranda Carneiro e Francisco Augusto Martins de Freitas, escrivães.
Compõem o processo: Petição Inicial; Termo de Depósito de Escravo; Requerimento de Expedição de Carta de Alforria; Certidão de Matrícula de Escravos; Certidão de Registro de Casamento;
Recurso judicial: Artigo 8° do Decreto n.º 9.517, de 14 de novembro de 1885